Apresentação

“Só protegemos o que amamos, só amamos o que conhecemos.”

Um grupo de pessoas que possuíam como afinidade a preocupação e a estima para com o meio ambiente. O sentimento naquela roda de amigos era de fazer algo: sair da conversa para a prática, na qual o retorno esperado seria um mundo melhor para as futuras gerações. Nascia a OPA – Organização para a Proteção Ambiental, no dia 13 de novembro de 2003.

De lá para cá, muitos projetos foram desenvolvidos tendo como foco a educação ambiental, a conservação do meio ambiente e a sensibilização comunitária. Cinqüenta famílias do Residencial Campo Alegre, em Uberlândia, foram selecionadas a fim de construir seu próprio aquecedor solar e, ao mesmo tempo, beneficiar a natureza pelo uso de uma fonte natural gratuita. Corredores ecológicos foram formados às margens do Rio Uberabinha, através do plantio de mais de 7.450 mudas de espécies nativas do cerrado. Como “plantadores”, cerca de 500 crianças de oito escolas públicas da cidade.

Mais de 4.000 pessoas já participaram de cursos e palestras sobre biodiversidade, educação ambiental e restauração de áreas degradadas. Informações importantes para o combate do tráfico de animais silvestres e a prevenção de queimadas foram divulgadas a 1.400 motoristas. Crianças e pré-adolescentes de mais de 100 escolas de ensino fundamental obtiveram mais que um livro-gibi: adquiriram incentivo para transformar a escola, junto a professores e diretores, em um cenário de conservação ambiental. E, visando o reflorestamento de áreas de transição do cerrado para a mata atlântica, mais de 13.000 mudas foram plantadas.

Pequenas grandes idéias também repercutiram dentro de escolas municipais e estaduais. Na tentativa de salvar o mundo por meio de gestos simples, projetos foram desenvolvidos por jovens e 20 deles foram colocados em prática pela organização. Focando ainda a formação de crianças, encontros estimularam a leitura associada à temática ambiental e atividades em campo instigaram o contato com a natureza e o aprendizado de forma lúdica.

Ao longo destes anos, todas as ações realizadas pela OPA remetem ao início: quando a causa girava em torno da conservação do meio ambiente e do desenvolvimento humano; e quando a voluntariedade e a disposição de pessoas diversas as tornavam iguais na concretização de um ideal comum.

Missão

Articular para promover, estimular ou patrocinar projetos, programas e ações socioambientais, culturais e educacionais que visem à defesa, recuperação, conservação ou preservação de bens e direitos sociais, coletivos e difusos, relativos ao meio ambiente urbano e rural, seus recursos naturais e todas as espécies em todo o Território Nacional.

Visão

• Ser referência nacional em Educação Ambiental, através do desenvolvimento de uma metodologia replicável.
• Ser voz da sociedade civil em entidades governamentais ambientais, de forma consistente e com postura construtiva baseada nos três pilares da sustentabilidade.
• Intervir diretamente no meio ambiente regional altamente degradado, através da conservação das áreas remanescentes a serem definidas por projetos técnico-científicos.



Dicas

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As águas também matam. Nossos rios, valas e canais foram assoreados, aterrados e retificados abusivamente. Muitos foram canalizados. Suas margens foram ocupadas, suas matas ciliares e áreas de acumulação suprimidas. Enormes quantidades de lixo se acumulam no seu interior e nas encostas desmatadas, sujeitas à erosão. Enormes extensões de solo foram totalmente pavimentadas e impermeabilizadas sem deixar suficientes pontos de contato da água da chuva com o solo. Regiões no passado alagadiças, com pântanos, mangues, brejos ou várzeas foram primeiro aterradas e depois asfaltadas e edificadas.

O lixo que muita gente insiste em vazar nas ruas entope os ralos e as galerias pluviais. Nas chuvas de verão, a natureza se vinga. As encostas desmatadas desmoronam sobre as construções em área de risco. A água corre sobre as ruas asfaltadas, a grande velocidade, arrasta consigo casas, automóveis e pessoas.

Os rios e canais transbordam. Precisamos recuperar as margens dos rios, recompor sua profundidade original através de dragagens criteriosas, reflorestar as matas ciliares, os mangues, as várzeas, criar bacias de acumulação nos pontos críticos, reassentar as comunidades de áreas de risco, fazer uma drenagem inteligente, com uma visão de conjunto da região, multiplicar nas cidade o maior número possível de áreas verdes destinadas a acumular a precipitação, criar reservatórios nos telhados para absorver parte da água e liberando-a finda a chuva. Manter ao máximo áreas de solo aberto nos estacionamentos, praças, calçadas. Reflorestar as encostas sujeitas à erosão e risco. Criar circuitos de recompra e reciclagem de lixo plástico e projetos geradores de renda para sua catação e acondicionamento para o reciclagem. E acabar com a mentalidade do "descartável", obrigando ao retorno e à recompra das garrafas plásticas.

Fonte: www.ondazul.org.br

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