Capacitação de Voluntários

Voluntários participam da primeira edição do projeto

 A capacitação de voluntários da OPA visa, como o próprio nome diz, capacitar sócios e voluntários a atuarem em segmentos como: coordenação e atuação de projetos, suporte em eventos, programas e palestras, coordenação da Lojinha OPA em eventos, divulgação da OPA em empresas, universidades, comunidade, entre outros.
 
Além disso, uma vez participantes desse projeto, os voluntários se tornam aptos a atuar no próximo módulo de capacitação de voluntários, que acontece de acordo com o aumento no número de pessoas interessadas.
 
Em 2006, duas edições desse projeto foram realizadas, ambas no Center Convention, em Uberlândia, sendo a primeira em fevereiro e a posterior em dezembro. As atividades tiveram  duas horas de duração e contaram com a presença de aproximadamente 40 pessoas, entre sócios e voluntários, sendo ministradas pela sócia e bióloga Claudia Farnesi e pela sócia e psicólga Carla Farnesi.
 
 

 Voluntária participa de dinâmica de apresentação

 

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Para consumir é preciso preservar

Toda população brasileira, urbana, rural, de cidade grande, periferia ou pequena localidade tem direito a um abastecimento de água potável suficiente, livre de contaminação orgânica ou química de qualquer espécie. Agentes comunitários devem orientar a população mais carente sobre os cuidados necessários à descontaminação da água potável.

A população deve ter ao seu dispor uma informação precisa, completa e confiável, sobre a qualidade da água potável que consome. Seu monitoramento deve abranger, além da poluição orgânica, aquela por organoclorados, metais pesados e outras substâncias ou compostos com efeito cumulativo de longo prazo. Essa informação deve ser transparente, com a participação dos usuários na supervisão da sua elaboração, e divulgada regularmente, em linguagem simples e acessível a todos.

Devem ser estudados em profundidade os efeitos a longo prazo do tratamento com cloro e estimuladas formas de tratamento alternativas. Deve ser abolida a taxação por estimativa. Cada residência familiar tem direito a um hidrômetro para poder pagar aquilo que efetivamente consome e ser estimulada a economizar.

Fonte: www.ondazul.org.br

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