Programa Florestas do Futuro

Florestas do Futuro é um programa criado e desenvolvido pela SOS Mata Atlântica, voltado ao reflorestamento e à recuperação de áreas com espécies nativas, preferencialmente as protegidas por lei, e que contribuem para a conservação da água e incremento da biodiversidade. Com a parceria da OPA e da Fundação Alair Martins, visa também apoiar ações sócio-ambientais e capacitação técnica por meio de atividades sustentáveis.
 

O programa teve a sua proposta centrada na possibilidade de “calcular” a eficiência de fixação de CO2 e estimar a quantidade de árvores necessárias para absorver a quantidade de CO2 emitida para a atmosfera por quem pretende aderir ao mesmo, seja pessoa física ou jurídica. Ou seja, para compensar a emissão de CO2, os participantes do projeto mensuram, aproximadamente, a quantidade mínima de árvores que devem ser plantadas para “neutralizá-la”, criando cotas a partir do custo unitário de plantio e manutenção, incluindo auditoria externa.
 
O Programa Florestas do Futuro pretende reunir a sociedade civil organizada, proprietários de áreas, iniciativa privada e o Poder Público em um programa participativo de reflorestamento, com acompanhamento e manutenção por cinco anos do plantio.
.
 
Foram plantadas 13.340 mudas (inclusive na Fazenda Sucupira, em Uberlândia), a fim de reflorestar a área de transição do cerrado para a mata atlântica.
.
 
As empresas patrocinadoras do Programa Florestas do Futuro, como socialmente responsáveis, puderam utilizar o logotipo do projeto pelo tempo que for pactuado em contrato, em seus artigos e peças institucionais ou corporativas, tais como anúncios; comerciais de TV; filmes institucionais ou corporativos; folhetos; folders; pôsteres e cartazes; materiais de divulgação interna; materiais especiais como annual report e balanço social; papel carta; envelopes; memorandos; intranet e site.
 
Para mais informações sobre o programa, visite o site: www.florestasdofuturo.org.br e confira, dentre outras coisas, como é simples calcular sua emissão anual de CO2.

 

 

Conheça outros projetos da OPA



Dicas

Águas dos rios

Leia mais

Águas dos rios

Porque o rio deve vir antes dos "recursos hídricos"?

O Brasil tem uma profusão fantástica de rios e alguns dos mais importantes do mundo como o Amazonas, o São Francisco e o Paraná. Muitos dos nossos rios estão seriamente ameaçados de desaparecer ou de virar vala de esgoto a céu aberto. O desmatamento das áreas de mananciais; o garimpo criminoso com despejo de mercúrio, a devastação das matas ciliares, os aterros e as construções dentro das faixas marginais de proteção, projetos de irrigação ou de geração de energia mal concebidos, pesca predatória são algumas ameaças a serem combatidas e revertidas. Todo rio tem direito à proteção da sua nascente, às suas matas ciliares e a receber apenas efluentes, domésticos ou industriais, previamente tratados.

O rio deve vir antes dos "recursos hídricos". Estes devem ser tachados de acordo com o tipo de uso, o volume e a demanda de recuperação correspondente. Rios não cabem em fronteiras. Defender os rios é um desafio de cooperação entre diferentes estados, municípios, poder público e sociedade civil em comitês e agências de gestão por bacias hidrográficas. Sua preservação depende dessas novas formas de administração, integradas e participativas.

Fonte: www.ondazul.org.br

Logotipo da OPATopo

OPA! Organização para a Proteção Ambiental
Av. Marcos de Freitas Costa, 84 - Sala 5
Bairro Daniel Fonseca
CEP 38400-328 - Uberlândia - MG - Brasil

Licença Creative Commons Desenvolvido por FSaldanha Comunicação